Hoje, ela está com 65 anos e aposentada; é mãe, esposa e avó, como qualquer outra mulher, com apenas um diferencial na pele. Colorida, mas como uma pessoa comum.
Ela começou a realizar seu sonho de se tatuar aos 61 anos de idade, depois de trilhar sua trajetória profissional, mas não foi a carreira que adiou seu sonho, e sim a distância dos grandes centros urbanos, pois na época não existiam profissionais da tatuagem na cidade em que morava – Bauru.