Luís Feijão (37) levou à 5a Convenção uma “modalidade” da tatuagem: a aerografia na pele. A tinta é a mesma usada para tatuar.
Vantagens: não dói nada e sua mãe, depois do susto, não pegará no seu pé.
Desvantagem: fica pouco tempo na pele. “A intenção é a arte em movimento, botar a arte pra andar. A tatuagem já tem seu movimento e a aerografia também. Não é como um quadro que se deixa estático na parede”
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